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Espaço da Saúde
Hidroginástica - a ginástica que relaxa, diverte e melhora o condicionamento físico
A hidroginástica surgiu a princípio como uma forma de ginástica “mais leve”. Pessoas com contra-indicação para exercícios com impacto como ginástica normal, caminhada e até mesmo musculação eram encaminhadas a fazer exercícios na água. O resultado eram turmas exclusivamente de pessoas idosas ou com alguma limitação para o exercício. As aulas tinham um foco de hidroterapia com baixa intensidade e direcionada principalmente para o público da terceira idade.
Não há como negar o alto benefício que a hidro traz para esse público. Como a água diminui muito o impacto praticamente não há contra indicações (salvo algumas poucas exceções) sendo indicada para pessoas com problemas articulares como artrose, osteoporose em grau avançado, artrite, fibromialgia, arteriosclerose e problemas de coluna em geral.
Hoje a hidroginástica vem sendo cada vez mas utilizada não apenas para fins terapêuticos. Com o passar dos anos, essa atividade foi se desenvolvendo e foi sendo aperfeiçoada para o público em geral com o objetivo de condicionamento físico tanto muscular como cardiovascular. Aliás essa é uma grande vantagem da atividade, além de trabalhar o condicionamento cardiorespiratório trabalha também a resistência muscular, não substitui a musculação, mas para quem não faz nenhum trabalho muscular, já traz muitos benefícios. Esses benefícios têm se expandido cada vez mais com a utilização de materiais próprios que aumentam a resistência da água, tanto para membros inferiores quanto para membros superiores.
Assim com todas essas vantagens para o sistema muscular e cardiovascular não podemos deixar de salientar a importância dessa atividade para o controle da obesidade. Apesar da frequência cardíaca diminuir um pouco na água, o que dificultaria o gasto calórico em relação ao exercício fora da água, como o impacto é diminuído a intensidade do exercício pode ser intensificada; ou seja, uma pessoa acima do peso que não pode correr fora da água pode correr dentro da água, gerando uma grande vantagem em relação ao condicionamento cardiovascular. Lembrando ainda que na hidroginástica o peso do corpo é diminuído mas não é zerado como na natação. Como a pessoa está na posição vertical ela ainda tem uma certa sobrecarga e uma dificuldade maior no retorno venoso do que na natação o que é uma vantagem para a perda de peso pois a frequência cardíaca se mantém mais alta. Portanto é a combinação perfeita entre segurança e resultado para a perda de peso.
Com tudo isso, a hidroginástica tem mostrado que veio para ficar e que os benefícios vão muito além do terapêutico. Hoje a atividade é procurada por idosos, gestantes, jovens, homens e mulheres das mais variadas idades com os mais diversificados objetivos. Pois além de tudo, ainda é muito divertida. O que você está esperando? Experimente!
Angela Dilma Costa
Professora de hidroginástica e musculação
CREF 005953-G/SC
Materiais utilizados na aula de hidroginástica
VOCÊ SABIA QUE A PIRÂMIDE ALIMENTAR ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO?
Pesquisadores da Universidade de Harvard, um dos maiores centros de estudos sobre saúde pública do mundo, estão propondo uma nova pirâmide alimentar, com diferenças significativas em relação à anterior, desenvolvida pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) em 1992 e disseminada em grande parte do planeta desde então.
São quatro os grandes pontos contestados pelos estudos recentes e que constam na pirâmide anterior. (1) que todas as gorduras são ruins e maléficas ao organismo, (2) que todos os carboidratos são bons e podem ser consumidos à vontade, (3) que as proteínas devem ser obtidas na mesma proporção em carnes vermelhas, frango, peixe e ovos e (4) o incentivo ao consumo de laticínios de duas a três vezes ao dia para a obtenção de cálcio.
Hoje sabemos que alguns tipos de gorduras são benéficas ao organismo, e até consideradas alimentos funcionais. É o caso dos óleos vegetais (azeite de oliva, por exemplo), nozes, sementes e grãos integrais, pois contém gorduras do tipo “mono” e “poli” insaturadas, em substituição às gorduras saturadas, encontradas em abundância em alimentos de origem animal e responsáveis pelo aumento do nível do “colesterol ruim” no sangue e das gorduras trans ou hidrogenadas. Portanto, descem para a base da pirâmide os óleos vegetais, pois são “gorduras boas”.
Para os carboidratos a proposta é diminuir consideravelmente o consumo de carboidratos simples, aqueles encontrados em alimentos refinados, que são rapidamente digeridos e absorvidos pelo organismo, aumentando os níveis de açúcar e insulina no sangue. Fazem parte desse grupo os pães brancos, arroz branco, batata e massas em geral. Nessa pirâmide esses alimentos são substituídos pelos seus correspondentes integrais, que pelo fato de serem digeridos mais lentamente pelo organismo, também contribuem para a sensação de saciedade por mais tempo. Assim, sobem ao topo pão e arroz branco e massas, o que significa que devem ser consumidos com moderação.
Em relação às proteínas, o que se propõe é algo que já vem sendo adotado por um grande número de famílias: a diminuição no consumo de carnes vermelhas e o aumento no consumo de peixes e frutos do mar. Se a pirâmide anterior colocava todas as fontes de proteínas no mesmo patamar, para serem consumidas nas mesmas proporções, hoje os peixes, frangos e ovos se encontram no meio da pirâmide e as carnes vermelhas subiram ao topo.
Por último, a sugestão de até três porções por dia de leite e derivados – com o intuito de obtenção de cálcio, está em cheque. Laticínios apresentam grandes quantidades de gorduras saturadas, e há outras fontes de cálcio em alimentos saudáveis como o brócolis, repolho verde, couve, couve-de-bruxelas, tofu, feijão, nozes e amendoim.
Nesta nova abordagem, mais ampla e atualizada, ainda consta um dado importante: abaixo da pirâmide, ocupando um espaço maior que a base, está a figura de indivíduos se movimentando! O recado é claro: além da consciência acerca do que decidimos ingerir, a prática de atividades físicas deve ser incentivada e incorporada no dia a dia, afinal, é impossível ao discutirmos saúde e práticas saudáveis, dissociar a dupla alimentação e atividade física. Mas este assunto fica para outro momento...
No Brasil, o Ministério da Saúde desenvolveu, em 2005, o “Guia Alimentar para a População Brasileira”, com base em evidências científicas produzidas nos últimos dez anos. O documento foi elaborado com base na cultura alimentar do brasileiro, porém pontos fundamentais são comuns à pirâmide proposta por Harvard: “A alimentação saudável deve incluir os carboidratos complexos em grande quantidade e fibras alimentares”; “os carboidratos simples devem compor a alimentação em quantidades bem reduzidas”; “substitua as gorduras saturadas por insaturadas e elimine as gorduras trans”; “dê preferência aos grãos integrais”. O guia está disponível no site do Ministério da Saúde: http://nutricao.saude.gov.br/guia_conheca.php .
A alimentação é questão das mais importantes. Para muitos, “você é o que você come”. Pirâmides alimentares e Guias para populações são importantes diretrizes que objetivam informar quais são os alimentos mais saudáveis, quais aqueles que são maléficos ao organismo e podem causar doenças, enfim, nortear a população para um consumo alimentar consciente, em vez do comer somente por necessidade. É evidente, porém, que são apenas referências, pois os alimentos variam de região para região, alguns são mais facilmente encontrados em determinadas épocas do ano, etc. Radicalizar e cortar alimentos da dieta não parece ser a medida mais correta, pois a alimentação também deve ser momento de prazer. Uma boa idéia é “comer um pouco de tudo” em porções moderadas. Desta forma, nutrimos nosso organismo com alimentos ricos em saúde e podemos continuar a comer aquilo que gostamos e nos traz satisfação. Sem os radicalismos das dietas restritivas, mas também sem exageros. “Deixe que a alimentação seja o seu remédio, e o remédio a sua alimentação” (Hipócrates).
Abaixo, um exemplo da nova pirâmide alimentar:

Caio Caselli Martins – professor de Educação Física
Homeopatia
É um método terapêutico criado pelo médico alemão Samuel Hahnemann, em 1796, que se fundamenta na Lei dos Semelhantes, citada pelo Pai da Medicina Hipócrates no ano 450 a.C. Segundo esta lei, os semelhantes se curam pelos semelhantes, isto é, para tratar um indivíduo que está doente é necessário aplicar um medicamento que apresente (quando experimentado no homem sadio) os mesmos sintomas que o doente apresenta.
Os medicamentos homeopáticos são preparados a partir de substâncias extraídas da natureza, provenientes dos reinos mineral, vegetal e animal. As preparações básicas dessas substâncias recebem o nome de tinturas-mãe e a partir delas são iniciados os processos das diluições sucessivas. No início de suas experiências, Hahnemann começou diluindo os medicamentos e verificou que, quanto mais diluía, minimizavam-se as reações indesejáveis. Percebeu também que ao fazer diluições sucessivas das substâncias e agitá-las diversas vezes, obtinha sempre melhores resultados, foi assim que ele chegou às doses mínimas. Desta maneira, a toxicidade das substâncias é atenuada e o potencial curativo é aumentado. Através da dinamização, se consegue despertar na substância a capacidade de agir sobre a força vital do organismo vivo.
A consulta homeopática se caracteriza por abordar uma série de sintomas e perguntas mais abrangentes do que a consulta de um médico ortodoxo. Além de fazermos os diagnósticos médicos usuais realizamos uma série de outros diagnósticos homeopáticos, inclusive, o medicamentoso.
Cada ser humano tem o seu “timing”, ou seja, algumas vezes chegamos a um diagnóstico rapidamente, entretanto em outras oportunidades, apesar de aplicarmos corretamente todas as técnicas, levamos mais tempo que o esperado. O tempo necessário para a realização da consulta médica homeopática dependerá basicamente da qualidade das informações fornecidas pelo paciente, a experiência do médico e os recursos disponíveis para sua realização. Normalmente a cada regresso do paciente, o médico avalia os sintomas pelos quais foi prescrito o medicamento, fazendo, assim, o que chamamos de uma Nova Avaliação. A homeopatia se preocupa com as causas que levaram o indivíduo ao desequilíbrio, com vistas a fortalecer os mecanismos naturais de cura e não os suprimindo simplesmente.
A homeopatia não é a panacéia universal. Como toda técnica terapêutica tem seu campo de atuação e limites. A habilidade e experiência do médico homeopata influem nos resultados, na medida em que os sintomas a serem tomados para a prescrição dependem de um acurado exame e avaliação adequada. A colaboração do paciente, fornecendo os sintomas de forma clara e fidedigna, o uso ou não de outros produtos concomitantemente, a qualidade do medicamento homeopático e a condição genética (herdada) do paciente também são fatores determinantes do sucesso total ou parcial do tratamento homeopático.
Para o homeopata, saúde não e o silencio dos órgãos. A Homeopatia vê o ser humano como uma unidade indissolúvel: Ninguém pode adoecer de corpo sem também adoecer de mente (pensamentos e emoções) e vice-versa. Alem disso, tem uma abordagem preventiva, na medida em que um organismo equilibrado na sua forca vital fica menos suscetível as agressões e, quando ocorre um desequilíbrio, ele e capaz de retornar mais rapidamente ao estado de harmonia e bem-estar.
A Homeopatia e também um caminho para o autoconhecimento!
Dra. Christiane Aguiar Fujii
Homeopata
CRM – 8813
Vital Terapias Integradas
Leite é light?
Além de possuir uma grande quantidade de gordura o leite carrega muita água para dentro da célula, o que provoca aumento da quantidade de água no músculo. Portanto, mesmo sendo light o consumo do leite pode provocar inchaço, especialmente para pessoas que tem tendência a reter líquido.
Barriga vazia "não podi"!
A alimentação antes do exercício é mais importante do que se imagina. Além do perigo de se provocar uma hipoglicemia, a prática do exercício em jejum pode também provocar a proteólise. Proteólise é a quebra de proteína para a obtenção de energia, na falta de glicogênio o organismo utiliza esse mecanismo para continuar o exercício. Assim há uma considerável perda de massa muscular quando se pratica exercício em jejum.
Alimentos para o emagrecimento
Para quem visa o emagrecimento é fundamental consumir alimentos de baixo índice glicêmico após o exercício. Os alimentos de alto índice glicêmico aumentam a insulina inibindo a oxidação de gordura. Normalmente as frutas possuem índice glicêmico baixo.
Obs: há exceções, por exemplo, a banana.
Natação infantil um hábito saudável pra toda vida
As crianças devem ser incentivadas a fazerem atividade física desde cedo, pois as vantagens da prática de esporte são inúmeras.
A natação é uma ótima opção ao público infantil. Pois, como já sabemos, os bebês são acostumados ao meio líquido desde a fase uterina, por isso o contato com a água em condições ideais transmite uma sensação de conforto e prazer que associa a sensação do ambiente do ventre materno. Além disso, esse esporte auxilia desenvolvendo os aspectos cognitivo, emocional e social do ser humano.
Os benefícios que a natação oferece para a saúde das crianças são inúmeros, tais como: melhoramento da coordenação motora ; proporciona noções de espaço e tempo; prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto salvamento; aumenta a resistência cardiorespiratória e muscular; tranqüiliza o sono; previne e melhora doenças respiratórias como bronquite e asma; e estimula o apetite. As crianças em idade pré-escolar que praticam natação tem um rendimento mais satisfatório em seu processo de alfabetização.
A natação para bebês pode ser praticada a partir dos quatro meses de idade. Nessa fase é necessário a presença da mãe na piscina, ou outra pessoa na qual o bebê confie. Essa relação de confiança é de fundamental importância para o desenvolvimento afetivo do bebê.
Um fator interessante é o “reflexo da glote” que a criança possui até cerca de dez meses. Através desse reflexo o bebê evita a entrada de água na boca.
O bebê até um ano de idade desconhece o perigo, sendo assim ele não demonstra medo, pois como já foi citado anteriormente, a água para ele é um ambiente seguro. Ele somente sentirá medo se a pessoa que o estiver acompanhando se sentir insegura.
O principal objetivo da natação para crianças até os dois anos de idade é desenvolver confiança, sociabilização, controle motor e autoconhecimento do corpo através do meio líquido.
A partir dos três anos a criança não necessita mais da presença da mãe na piscina. E desta fase em diante o objetivo é desenvolver a psicomotricidade e a iniciação ao nado.
É importante salientar que a natação infantil deve ser praticada de forma prazerosa através de brincadeiras que irão estimular a criança e fazer com que ela sinta alegria, leveza e satisfação nas aulas de natação.
Artigo de: Angela Dilma Costa
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